Esqueço.
Quero e não quero dizer o que penso pensar.
É uma desarmonia de contrários que faz sentido pra mim. Quase sempre, at least.
Lembro?
É doce sentir o que eu quero esquecer.
É impressionante ver a beleza na tristeza
que nem vive aqui.
Ela se instala ocasionalmente,
só pra me lembrar o quanto o sorriso é importante.
Me ensina a amar meus amigos intensamente.
Me cobre de certezas.(por mais estranho que pareça)
Sinto.
Sinto e não nego.
Preciso.
Muito.
Overdoses.
Não escondo minha ganância sentimental de ninguém.
Eis aqui a prova irrefutável.
Estou ouvindo
A música que me prepara pra você.
Estou pensando
em maneiras de atingir a completude de quem se basta,
em maneiras de ignorar essa hipocrisia nojenta,
a continuidade da mentira
de quem atravessa meus olhos e sentimentos
sem qualquer pudor,
sem qualquer desejo de completar meu lirismo.
Se me engano?
Me engano sempre
e gosto de respirar aliviada quando descubro a suposta verdade que me acalma,
ou que provoca a liberdade do meu espírito.
Não é muito,
mas o que eu posso dizer agora para mim mesma
e pra você, que lê meu blog porque ficou curioso,
ou porque gostou,
ou porque eu te mandei o link várias vezes
ou mesmo porque você acha isso tudo um porre:
É que as flores sempre voltam a brotar.
Não há inverno sentimental que não tenha fim.
E essas lágrimas?
São só pedaços.... pedaços do auto-conhecimento que constrói a felicidade.
E a liberdade?
Ah.... ela tem gosto de amor próprio.
Nossa xuxu!!!!! Vc é mara msm
ResponderExcluir´´É que as flores sempre voltam a brotar.
ResponderExcluirNão há inverno sentimental que não tenha fim.
E essas lágrimas?
São só pedaços.... pedaços do auto-conhecimento que constrói a felicidade.´´
We shall never forget it.
We do need to have pacience and hope.
e sobre a hipocrisia.. how do we sort out them?
Let it be, meu amigo.
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